é assim: todos os lugares onde eu deito, sento, paro por uns minutos, viram barcos. o mundo está um grande oceano, não só nos meus sonhos (onde eu fico presa em ilhas de cores intensas e segredos perigosos). cheia de bichinhos e bibelôs e playmobis e pessoinhas sorridentes no desenho da saia e todo o resto das tranqueiras que eu carrego pra me revelar, tendo a achar que estou numa arca de noé.
ou será jangada?
o meu entorno flutua, e eu insisto na dureza pra não afundar.
será jangada? será a rota certa? porque navegar em vez de boiar?