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Tristes trópicos

O lado chato de Ano-Novo na vida de expat é que invariavelmente há algum amigo que vai embora, aproveitando o final do ano escolar. Hoje à noite os Koelmel voltam para Frankfurt e, depois de amanha, os Bejarano-Carbó. É lógico que a vida continua, que novos amigos aparecerao, mas criar vínculos, rotinas e laços de amizade, e começar do zero a cada x-meses, é triste. O tempo que se gasta para estar na mesma sintonia de piadas, de gostos, acertar o ponto em que se pode falar alguma coisa com franqueza, entender as nuances culturais...tudo isto leva tempo, e o dia da volta sempre chega para um lado ou para o outro. Triste, muito triste. Acho que estou ficando velha e emotiva.

Comments (1)

Velha, não sei dizer. Mas o fato é que viajei no ritmo da escrita e no lirismo das palavras. E, sobre o tema em si, sei bem o que é isso, pois também já tive uma fase na vida em que me mudar era uma constante. Sucesso pra você. Um abraço!

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