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fevereiro 2007 Archives

fevereiro 1, 2007

Homens da casa (so far)

Mortadelo e Jujuba em casa, esperando o resto da família chegar!


fevereiro 13, 2007

Revista BONDA

Esta semana tenho uma reunião com a editora da revista BONDA, publicada pela Ibu, para ver como posso colaborar com eles. Bacana :)

fevereiro 14, 2007

Ano-novo chinês - KUNG HEI FAT CHOY

Domingo começa o Ano-Novo Chinês e o país está, uma vez mais, inundado de bandeirolas e de liquidações. A diferença em relação aos festejos muçulmanos que vi até agora é que as coisas são feitas com mais bem gosto, além de ser mais fácil de perguntar às pessoas o significado de coisas recorrentes na decoração, tal como as mixiricas.

Eu notei primeiro na floricultura, onde estão vendendo mini-pés de mini-laranjas e mini-limões. Aí o Ju apareceu com uma caixa de mixirica, presente da administração do prédio dele. Então perguntei para uma manicure chinesa, e ela disse que (oh!, surpresa), simbolizam "ouro" e que, sendo convidado à casa de alguém, sempre se deve presentear a casa com um par de mixiricas - para os chineses, números ímpares trazem má sorte.

Achei muito fofa a caixa :) e resolvi dar um certo tom de ANC por aqui...

Outra coisa que me contaram é que muitas mulheres tentam dar à luz no ano do porco/javali, também por questões de prosperidade. MAIS sorte ainda é quando mãe e filho são porcos...o que é o caso de mim e do Pedro =)


fevereiro 17, 2007

Mal-entendidos de elevador

Ontem foi um dia hors concours. Tudo começou com eu tendo que ir ao Bangsar Shopping Center buscar uns recortes chineses que havia encomendado, e cujo artista voltava para a China no sábado de manhã. Ir de casa até o BSC não é complicado; são uns 25 minutos em carro e, chegando cedo, sem grandes problemas para estacionar. MAS na noite anterior havíamos ficado sem bateria, o que significava ir de táxi - tampouco um grande problema. Desci e em cinco minutinhos estava dentro do táxi de um senhor filipino muito simpático e com um inglês maravilhoso (coisa que se agradece quando há 30 minutos de caminho pela frente, e muita curiosidade deles em relação aos gringos que aqui habitam).

Cheguei por volta das 11.15, peguei meus recortes e fui dar um rolê no shopping, que até ontem mal conhecia. Maravilha, entrei na loja da Bookbinders, uma empresa sueca que faz caderninhos, álbuns de fotos e afins, tudo muito colorido, mas simples (e caaaaro). Entrei numa loja de velas e luminárias, em outra de abotoaduras. 13.00, hora de comer: de duas, uma - ou eu descia até o Bangsar Village>(outro shopping, ao redor do qual tem várias ruas com lojinhas e restaurantes bacanas), que tem um restoche orgânico muito bom, ou pegava um táxi e ia para casa - optei pela segunda opção e fui para o ponto.

No ponto, tive a impressão de que ia demorar para vir algum táxi, e resolvi ir andando e olhando se vinha táxi. Primeira surpresa: avenida dupla, eu tinha que descer - portanto a mão de descida estava à esquerda - e não havia calçada daquele lado, só do lado direito. Mudou de lado e começo a descer, percebendo pouco a pouco que as minhas costas estavam doendo bastante e que o sol da uma estava infernal.

40 minutos depois, já em frente ao Bangsar Village Cipolla, um restaurante italiano com buffet de antepastos, e me refaço com muita berinjela, limonada e saladinha. E volto a procurar um táxi - e a andar no sol.

Foram mais 30 minutos andando (deveria dizer rastejando) até conseguir um táxi. A estas alturas, já tinha perdido a compostura, entre a dor e o desespero de não ter como ir embora dali. Decidi chegar em casa, trocar de roupa e, com o mesmo táxi, ir ao hospital, ainda que chegasse 30 minutos antes.

A equação do terror é assim: sexta-feira, hora de rezar (da uma às duas) para os taxistas muçulmanos, véspera de ano-novo chinês para os taxistas chineses. E calor. Como táxi aqui é muito barato, até as pessoas locais usam bastante, já que onde não há metrô de superfície, não há também ônibus decente. (uhn? não deveria ser ao contrário??). Enfim, cheguei descabelada ao hospital, peguei um iced latte e subi para a fisio.

Parte dois do dia bizarro: no elevador, um chinesinho que desceu no terceiro andar, e um africano gigante que ia ao quarto, como eu. Assim que fechou a porta no terceiro, o africano inicia conversa:

- "How're u doing?"
- "Fine...I mean, if I were not in such a pain, I wouldn't be here in rehab!"
-"Do you use drugs?"
- "...No..!"

E a porta do elevador se abre, ele vai para um lado e eu, atordoada, para o outro. Como ele ousou me perguntar, com a pança que levo, se eu uso drogas? Como ele ousou aproveitar a brecha para me vender algo??

Chego no balcão, preencho minha ficha, ainda indignada, e logo depois ele aparece para perguntar algo à atendente. Finjo que não vejo e olho para o meu livro. E começo a pensar que, muito provavelmente para ele, ir à rehabilitation é sinônimo de drug rehabilitation, daí a pergunta que tanto me chocou. Nada mais. Para mim estava tão claro que, se ele ia ao quarto andar - o andar de reabilitação, incluindo fisioterapias de todos os tipos - ele deveria saber que rehab não é só limpeza orgânica. Na dúvida e na falta de oportunidade de ter perguntado o porquê da pergunta dele, prefiro pensar que foi isto, e não a primeira reação que tive...

BuiltNY

Descobri esta marca de bolsas americanas em uma revista de bebês, porque eles têm uma linha de bolsas e sacolinhas para mamadeiras e afins: BuiltNY. As bolsas são feitas em fleece, mas parecem mais com neoprene, principalmente por serem encorpadinhas. Claro que não posso não pensar no Pedrok e seus passeios daqui a alguns/muitos meses, para quem eu gostaria de comprar esta aqui:

hungry_tote.jpg
Hungry Tote, US$19.99

Mas a paixão foi pela lancheira...

bny%2520lunchtote%2520lime2.jpg

LB-S07-full.jpg
Gourmet Getaway Lunch Tote, US$19.99-US$24.99

E abaixo as sacolinhas de ballet como lancheiras!

fevereiro 20, 2007

Dooodolls

Achei estes bonecos por acaso, em uma lodjinha do shopping 1-Utama. Chamam-se Dooodolls e sao feitos por um designer malaio; sao bonecos em plush com um bom acabamento, mas ainda nao peguei nenhum na mao para saber como estao presos os detalhes.


Caixinha com o boneco

A empresa foi criada em 2004 e já tem site na Noruega e nos States, contando com 12 bonecos no catálogo. Basicamente o que eu quero fazer, mas de maneira mais simplificada; cada boneco tem um nome e uma personalidade diferente. O fato de fazer com plush liso e feltro para os detalhes deixa o trabalho mais fácil, ainda que nao reduza a qualidade final. Serao laváveis e baby-proof?


Printscreen do site


Detalhes do boneco

De qualquer maneira, sao bem fofos. Vou agora dar uma sondada no preço deles por aqui!

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