Terminei meu belo domingo de sol, arrumaçao, salada na sogra, nêsperas na mochila...e aí veio segunda - como é normal. E começa com o pedreiro que nao vem, com a aula de pilates perdida para esperá-lo, com o pedreiro (outro) quebrando a casa da vizinha de cima, e com a notícia de que o suposto advogado da mocinha que queria-compra-a-casa-mudei-de-ideia teve a pachorra de dizer ao 'devogado do Ju que tinha me encontrado na rua com uma testemunha e que eu teria dito que nao devolveria o dinheiro porque tínhamos gastado. Bom. O cara é tao "suposto" advogado que ele nao se dá ao trabalho de pensar que eventualmente há casais que se casam em separaçao de bens e que têm contas separadas, gastos separados, etc. Ou seja, que eu poderia nao ter como gastar um dinheiro que nao era meu, e que nao me foi entregue. Mas, falta de miolos à parte, eu nunca encontrei este homem, nunca disse nada e o que eu mas gostaria agora, é de nao estar aqui. Mas como ainda tenho um inventário para fazer, um contrato de aluguel, uma visita de obras para demoliçao, e preparar algo para apresentar ao Michel em Londres dia 06/07, entao vou fazer de conta que nao é comigo, ainda que a vontade seja de cuspir na cara deste verme. Mas isto vou fazer em silêncio, com os olhos fechados.
Porque afinal nem minha aula de patins na sexta, nem minha viagem a Córdoba no fimde, nem meu frango ao curry com couve-flor, nenhum deles merece que eu fique irada ou de mau-humor. Eu só nao acredito na raça humana, só isto.