Todo mundo deveria ter um day-off ao mês. E nao só para fazer banco, todas as coisas chatas que nao dá para fazer da firma, aquelas que se acumulam e você esquece (opa, esqueci de ligar e cancelar os cartoes do real). Um dia para ser feliz full-time. Um dia para ficar em casa se tá afins, para aceitar convites descabelados, para fazer convites absurdos, para testar receitas recortadas nos outros 29 dias do mês, para nao fazer a cama, para nao acordar com despertador, para ver o movimento do bairro, para perder tempo na queijaria, para arrumar as contas de banco e correspondência...
Ontem eu tinha tirado um day-off para fazer um freela, para escrever um abstract pra um congresso do Michael em Londres no meio do ano, para coisas mil...no final das contas chamei a Marisa Rodriguez para comer em casa (menu: frango ao curry com champignon, salada de rucula com pato defumado, abobrinha, cuscus, biscoitos de canela home-made por ela). Depois fomos ver ofertas de tecidos pelas ai, comprei alguns cortes a 1euro o metro, e outros mais caros (3.4euros!) e mais fofos, que darao mais jogo. este fimde, alem de fazer as coisas que esperava fazer ontem, quero desenhar meu primeiro boneco, para costurar durante a semana. Vou postando sobre os avanços.
E já que o dia tava muito bom, depois depositei as sacolas em casa, tomei agua, troquei de sapato e encarei 3h15 de reuniao de condomínio. Juro que é verdade. E que nao se saiu da pauta. Gente. Que loucura.