Hoje assino embaixo do post de uns dias atrás da ermã: eu ODEIO gente. ODEIO multidão. ODEIO cheiro de fritanga no metrô de manhã (ok, e de tarde, de noite). ODEIO esta gente desesperada para subir a merda da escada rolante com suas bundas flácidas e seus sapatinhos com salto por consertar. ODEIO esta roda-viva. Como queria ter um refúgio onde estar sozinha, isolada, com meu espaço vital livre para segurar um livro, uma revista, poder colocar a mão no bolso. Definitivamente, ODEIO cidade grande.
By the way, minha futilidade do dia: 53,4.